O The Selection é baseado na trilogia da Kiera Cass, de mesmo nome, e foi criado pela Angel, pela Dann e pela Nay, com colaboração da Mari. A trama foi inventada em cima da história original, por isso não admitimos plágio. Sejam todos bem-vindos ao The Selection. Sintam-se livres para interagir, jogar, debater e tudo o mais. Espero que se divirtam muito!
O príncipe Kevan acaba de atingir a maioridade de vinte e um anos, o que significa que já tem idade suficiente para se casar com uma filha de Illéa; uma nova Seleção terá de ser realizada, como a que escolheu America Singer, sua mãe, na edição passada, e sua avó Amberly antes dela para se casarem com membros da família real e fortalecer a moral da nação. As cartas acabaram de ser enviadas para as famílias que possuam moças com idades entre 16 e 20 anos, para que estas tenham a oportunidade de participar da Seleção (leia mais...)
Ainda temos muitas vagas livres. O RPG já começa em Angeles, na sede da realeza... se preparem!
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Agradecemos à Julliet Kingsley pelo trabalho com o design. Agradecemos a todos os jogadores que fazem o nosso fórum acontecer. Lembre-se, plágio é crime, previsto pelo código penal brasileiro. Não copie, seja criativo.

Holliday E. Kingsley

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Holliday E. Kingsley

Mensagem por Holliday Kingsley em Qui Fev 20, 2014 6:32 pm



The dream I've dream  ,
will come true





Holliday
 Elizabeth Kingsley

17. Três . Taylor Swift . Viollet Hill .


A Dream is a wish your heart makes when you're fast asleep in dreams you will lose your heartache whatever you wish for you keep you wake with the morning sunlight to find fortune that's smilling on you don't let your heart be filled sorrow for all you know tomorrow the dream that you wish will come true <3

Carlinha . 20 . São Paulo . MP .




HISTÓRIA

Era uma vez, na cidade de Viollet Hill, uma pequena cidade ao Norte de Illea, uma garota chamada Katharina. Katharina era uma garota linda, possuia cabelos loiros e olhos azuis brilhantes e um rosto angelical. Embora a menina fosse linda, o mais incrivel sobre ela, não era seu corpo ou sua aparência e sim o seu sorriso. Ela tinha um sorriso lindo, vivo e cheio de vida, que deixava transparecer toda a alma e sentimento dela quando sorria.
Katharina era sorridente e alegre, muito gentil com todos, sempre abrindo mão de tudo a fim de ajudar a outros. Isso era o que fazia o seu sorriso mais bonito. Ela sorria mesmo - e principalmente - quando não tinha motivos para sorrir. Ela era uma seis. Uma serva. Felizmente, Katharina desde de nova tinha arranjado uma casa muito boa para servir de uma familia de casta três, que era capaz de sustentá-la. Katharina não tinha família mas tinha vizinhos e colegas a quem ela fazia questão de ajudar, mesmo que isso significasse viver com pouco.
Um dia, quando o filho mais velho da familia que estudava na capital voltou para casa, escutou o cantarolar distraído da criada, e quando a viu se encantou pela figura pequena e delicada de Katharina Eles começaram a se conhecer, mas para Katharina nunca haveria homem mais lindo, e mais gentil do que James. Não havia interesse ou segundas intenções no seu amor, mas isso não impediu das pessoas pensarem o pior, e serem totalmente contra o casamento. James, tomado pelo sentimento pela criada, ignorou todos os conselhos e se casou com ela.
Eles tinham uma vida simples, porém boa. James era advogado, e ganhava muito bem para um recém-formado. Mesmo quando encontrava dificuldades no trabalho, ele tinha Katharina para lhe dar apoio e força para continuar. James achava sua vida boa, e tranquila e um tanto normal. Já para Katharina ela tinha uma vida de princesa, uma casa, comida e uma família. E mesmo depois de sua acensção social ela não esqueceu de seus amigos e continuava a ajudar-lhes quando podia.
Foi quando a jovem descobriu que estava gravida. Foi uma emoção, um presente dos céus para abençoar aquela família tão feliz. Katharina cantarolava o dia todo, enquanto bordava e fazia roupinhas de bebê, e preparava o enxoval para a chegada do bebê. Oito meses depois, depois de um trabalho de parto difícil, Katharina segurou nos braços sua filha, e tinha certeza que seu coração que antes era todo de seu amado James tinha inflado e se transformado em dois, porque amava aquela criança mais que sua própria vida.
Holly era uma criança inteligente, engraçada e alegre, dava vida a aquela casa com sua risada de bebê que fazia o coração do papai amolecer e ficar com um sorriso bobo na cara. E assim se foi durante muitos anos, uma felicidade domiciliar tão rara que os fazia se sentir tão alegres que não importava qual era o problema que passassem no trabalho, na rua ou na vida, eles sempre poderiam contar uns com os outros.
Porém, quando Holliday fez sete anos, uma tragédia sobreveio a sua familia, que nenhuma felicidade, dinheiro ou conhecimento no mundo inteiro poderiam deter. Katharina ficou muito doente, nenhum dos médicos conseguiam descobrir sua doença, e muito menos como tratá-la, e com isso os dias da mãe da pequena Holly estavam contados. Elas passavam todo o tempo que podiam juntas, na cama, lendo histórias, conversando ou só juntas, esperando o inevitável.
James simplesmente não podia aceitar a situação da mulher, e fazia de tudo para ajudá-la, contratava médicos, enfermeiros, tratamentos não convencionais, mas nada funcionava porém ele não desistia. Ficou ao lado da mulher e lutou por ela até o último suspiro dela.
Depois disso, aquela familia tão alegre e unida perdeu a vida, o encanto. A morte havia roubado a felicidade daquela casa, e James achava que seria seu fim. Porém, no meio da escuridão do luto e da tristeza, a pequena Holly se mostrou tão encantada, tão gentil e doce quanto a mãe. Estava sempre disposta a animar o pai, a cantar para ele, e ler livros para ele e James se apegou a filha como sua boia salva-vidas. Eles ficaram tão unidos como antes, embora sentissem falta de Katharina todos os dias.
Não muito tempo depois, James conheceu uma mulher, Sonya Carter estava se divorciando de seu marido, e pediu a James para cuidar de seu divórcio. Eles dois estavam carentes e sozinhos, e a tristeza dos dois os uniu. Sonya era uma mulher muito diferente de Katharina. Era realista, pé no chão, e um pouco negativa, mas era sincera e via as coisas como eram. James se casou com Sonya, que era de sua mesma casta, e era escritora e professora de literatura.
No começo, Sonya dava aulas particulares para Holly, que sempre chorava ao receber os métodos duros e rígidos de Sonya. James achava que estava fazendo o certo para a educação de Holly, visto que Sonya era uma mulher tão instruída, e seria capaz de ensiná-la muitas coisas, e insistia para que a garota tentasse, e se enforça-se em obedecer Sonya.
Quando Sonya engravidou, James ficou muito contente, porém não era uma felicidade parecida com a que sentiu quando estava com Katharina. E Sonya parecia sentir que o marido nunca amarica a ela e seu futuro filho como amava a primeira esposa, ou sua filha. E então começou a querer excluir Holly da vida do casal. Nunca a deixava participar dos preparativos do bebê, mesmo que Holly quisesse muito se aproximar, bordando mantas, roupinhas e babadores e lencinhos para o bebê, Sonya nunca dava a ela a chance. Para a surpresa de todos, quando Sonya deu a luz, eram gemeas. Ashley e Audrey eram duas bebês lindas, puxaram os cabelos castanhos avermelhados da mãe e olhos verdes como duas pedras de esmeralda.
James ficara contente, e algum tempo depois do nascimento, começou a passar mais tempo no escritório com a desculpa de que tinha agora mais bocas para sustentar. Mas Sonya sabia que o problema nunca foi financeiro, e quanto mais ela era negligenciada, mais ela negligenciava Holliday. Com raiva do sentimento que o marido sentia por ela, Sonya começou a colocá-la para afazeres domésticos. Defamava a mãe da pequena, e a tratava como se ela fosse uma 6 de nascença. Holly não queria aborrecer o pai, e aceitava  os mals tratos da madrasta calada. Afinal ela só tinha oito anos e nunca desconfiara que a pessoa que devia protegê-la estava na verdade se vingando nela.
A tristeza na vida de Holly não terminava ai, pois dois anos depois do nascimento das gêmeas, James teve um acidente de carro e faleceu. Ela se viu pela primeira vez sem chão, já que não havia ninguem ali para consolala e dizer que tudo ia ficar bem. Até porque seria uma mentira, já que Sonya depois da morte do marido se viu com ódio da menina, e passou a praticamente escravizá-la, tratando como se ela não fosse parte da familia, e sim uma criada por tempo integral. Cuidando das meninas que cresciam mimadas, e mal educadas. Fazendo birra e irritando a garota de forma quase insuportavel.
Holly passou de uma filha amada com uma familia feliz, para uma orfã escravizada pela madrasta. E foi ai que ela mostrou quem realmente era. conforme ela crescia, ela mostrava ser generosa, compassiva, educada e bondosa mesmo quando ninguem merecia aqueles bons modos. Tinha paciencia e compaixão pelas irmãs que não melhorava em nada o gênio rebelde delas, e da madrasta que se tornou cada vez mais fria.
Quando fez dezesseis anos, Holly queria uma festa como todas as meninas de sua escola tinham. Ela conhecia meninas da dois e até da três que faziam verdadeiros bailes, e ela queria tanto ter uma festa, ser como todo mundo pelo menos uma vez na vida, e ter um momento só dela que implorava para sua madrasta dia sim, dia não.
Sonya decidiu que não poderia fazer uma festa já que ela tinha outra prioridades para o dinheiro, mas deixou que os amigos da garota fossem jantar na casa da familia no dia do aniversario dela. Holly aceitou e ficou planejando pratos, e decorações (que ela mesmo teria que fazer) e faltava soltar confetes pelas ventas de tão contente. Porém no dia da festa, Sonya mandou uma nota para todos os convidados de Holly dizendo que a festa tinha sido cancelada. A pobrezinha ficou horas sentada no sofá esperando por seus amigos, que nunca apareceram. Sonya ainda espizinhava no sofrimento da enteada, dizendo que ela era uma boba por pensar que tinha amigos. Holly subiu para o quarto e chorou por uma noite inteira, decepcionada, triste e desamparada enquanto a madrasta comia todo o baquete que ela havia preparado.
Naquela noite, ela desejou um dia poder mudar de vida. Desejou que as coisas fossem diferentes, que pudesse ter amigas, que pudesse ser feliz de novo, assim como a mãe dela fora. Holly tinha poucas memórias da mãe, mas em todas as memórias a mãe dela estava sempre sorrindo. Um sorriso genuíno. Era isso que ela queria. Ela queria tanto isso que chegava a doer.
No seu aniversário de dezesete anos - que passou sem festa - Holly se sentou na bancada da cozinha depois de suas tarefas diarias, enquanto todos assistiam TV, ela pegou o pequeno cupcake que havia preparado e colocou uma pequena velinha, e assoprou pedindo com todas as forças que seu desejo se realizasse.
E como um passe de mágica, no dia seguinte, enquanto limpava a casa Holly recebeu as correspondências, e se deparou com uma que tinha o seu nome. Ela quase caiu pra trás. Era uma carta dizendo para ela se increver para a seleção, para poder concorrer com outras 34 meninas para o cargo de - nada mais, nada menos - princesa!
Holly escondeu a carta, com medo do que a madrasta poderia fazer com ela se soubesse dessa possibilidade. E de noite quando havia terminado de fazer tudo, ela subiu para o porão onde ficava seu quarto e preencheu o formulário. Sentia que não era uma concorrente muito forte, mas tinha fé que essa era a resposta mágica para os seus problemas e logo no dia seguinte foi entragar o formulário no departamento de serviços provinciais.
Sua madrasta quando ouviu a noticia na TV, nem se lembrou que Holliday já estava na idade elegivel, já que Holly ocupava uma parte muito pequena dos pensamentos da morena. Holly assistia escondida o jornal todos os dias, esperando ouvir seu nome, e quando finalmente ouviu. Holly soltou um berro por detrás da porta, porém seu espanto não era maior que o de Sonya ao ver a foto de Holly na TV como uma selecionada. Ela tentou obrigar Holly a não ir, porém agora não tinha nada que ela pudesse fazer. A partir de agora, Holly seria uma celebridade, uma pessoa importante, quem sabe até a princesa.
Holly não achava que conseguiria se tornar princesa, mas agora ela tinha uma chance. Um chance de mudar de vida. De ser feliz. E nada a impediria.

PERSONALIDADE &
APARÊNCIA

Modesta, generosa, gentil, compassiva, delicada e bondosa, Holliday é uma menina sonhadora, exatamente como a mãe. Passa os dias relembrando sua vida feliz, e imaginando o dia em que será feliz de novo, como num conto de fadas. Ela tem a virtude - e o defeito - de nunca pensar mal de alguem, ou de julgar. Não é rancorosa, porém é inocente e facilmente manipulavel, é inteligente e adora ler mas isso não faz dela mais sábia, ela acredita em tudo e em todos e tende a sempre se machucar por isso. Ela adora doce. fanática quase. Ama sorvete, bolos e tortas e tem mania de toda vez que está chateada de cozinhar um desses doces. ( é de se espantar que a garota seja magra )

Peso: 47 kg
Altura: 1,56 cm
Cor do cabelo: Loiros Dourados
Cor dos olhos: Azuis acinzentados
Cor da pele: Branca Caucasiana

Adicionais:
Idiomas falados: Inglês
Escolaridade: Ensino Médio completo
Habilidades especiais: Conhecimento Gerais (Artes, Música, História, Geografia, Ciências Naturais e atualidades.) Criatividade. Bordado. Cozinha.




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Re: Holliday E. Kingsley

Mensagem por Gavril Fadaye em Qui Fev 20, 2014 9:44 pm


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